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Dólar abre em alta, mas perde força com ajustes em NY e possível fluxo

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Estadão Conteúdos

O dólar começou a sessão desta segunda-feira, 14, em alta leve no mercado à vista, mas passou a cair. Os investidores ajustam posições atentos ao risco de a Rússia invadir a Ucrânia e com a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) no centro das atenções também.

A moeda inverteu o sinal para baixo ante o real em meio à perda de força do índice DXY do dólar ante seis divisas principais e a subida dos juros dos Treasuries como um todo em meio à redução das perdas nas bolsas internacionais.

No fim do dia na sexta, o monitoramento do CME Group apontava que as apostas de uma alta de 25 pontos-base na taxa básica de juros pelo Federal Reserve voltaram a ser majoritárias.

Já no Brasil, hoje, o relatório Focus trouxe aumento da projeção para Selic este ano, refletindo o tom mais duro do Banco Central. A projeção passou de 11,75% para 12,25% ao ano no fim de 2022, conforme o Relatório de Mercado Focus. Há um mês, era de 11,75%.

Apesar das incertezas sobre um ataque russo à Ucrânia, a percepção de que o diferencial de juros interno e externo continua favorável ao Brasil pode estar apoiando algum fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil, disse um operador de câmbio.

Às 9h43, dólar à vista caía 0,48%, a R$ 5,2170, ante máxima mais cedo a R$ 5,2665 (alta de 0,46%).

O dólar para março tinha queda de 0,73%, a R$ 5,2345, ante máxima intradia a R$ 5,2845 (avanço de 0,22%).