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Bolsas da Ásia fecham em alta, após NY se recuperar de susto com inflação

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Estadão Conteúdos

As bolsas asiáticas fecharam com sólidos ganhos nesta sexta-feira, 14, após Wall Street se recuperar com vigor na véspera de um tombo causado pelos últimos dados de inflação dos EUA. Liderando o movimento na Ásia, o índice japonês Nikkei saltou 3,25% em Tóquio, a 27.090,76 pontos, garantindo sua maior alta diária desde 17 de março. Em outras partes da região, o Hang Seng avançou 1,21% em Hong Kong, a 16.587,69 pontos, o sul-coreano Kospi se valorizou 2,30% em Seul, a 2.212,55 pontos, e o Taiex subiu 2,48% em Taiwan, a 13.128,12 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 1,84%, a 3.071,99 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto mostrou avanço de 2,59%, a 1.984,33 pontos.

O bom humor generalizado na Ásia veio após as bolsas de Nova York subirem mais de 2% no último pregão, em meio à avaliação de que a inflação ao consumidor (CPI) dos EUA pode ter atingido o pico. Na abertura dos negócios desta quinta-feira, 13, Wall Street havia inicialmente reagido em forte baixa a dados do CPI maiores do que o esperado, que reforçaram expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) seguirá elevando juros de forma agressiva.

A China divulgou nesta sexta-feira que sua taxa anual do CPI atingiu 2,8% em setembro, maior patamar em 29 meses, ante 2,5% em agosto. O resultado, porém, não apenas ficou aquém das expectativas como segue abaixo do teto oficial de 3%, deixando espaço para Pequim continuar estimulando a economia.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o tom positivo de Wall Street e da Ásia. O S&P/ASX 200 avançou 1,75% em Sydney, a 6.758,80 pontos. Com informações da Dow Jones Newswires e Associated Press.