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Bolsas da Europa fecham em alta, após sessão volátil

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Os mercados acionários da Europa fecharam com ganhos, nesta quarta-feira. Os índices chegaram a ser pressionados e ficaram sem sinal único, após uma leitura da inflação ao consumidor mais elevada do que o esperado nos Estados Unidos, mas por fim o tom positivo prevaleceu. O avanço dos preços da Alemanha também esteve no radar.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,22%, em 483,76 pontos.

O início dos negócios foi positivo na Europa, com expectativa pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA. Entre os países do continente, a Alemanha registrou alta de 4,5% no CPI em outubro, na máxima desde 1993, mas em linha com o esperado. A Capital Economics destaca em relatório que o setor de energia puxou os preços no país. A consultoria acredita que a inflação local pode ganhar um pouco mais de fôlego antes do fim do ano, para desacelerar ao longo de 2022, conforme os preços de energia caem.

O CPI dos EUA, que ficou acima do previsto em outubro, tirou um pouco de fôlego dos mercados acionários europeus, como ocorreu em Nova York. Mais adiante, porém, os negócios melhoraram na Europa.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, em 7.340,15 pontos, na máxima do dia. No setor de energia, BP subiu 0,97% e, entre os bancos, Barclays avançou 1,45%.

Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,17%, a 16.067,83 pontos. Entre os papéis mais negociados, Commerzbank registrou ganho de 3,73% e Deutsche Lufthansa, de 0,03%.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 teve ganho de 0,03%, para 7.045,16 pontos.

Em Milão, o índice FTSE MIB registrou alta de 0,44%, a 27.561,00 pontos. Telecom Italia foi o papel mais negociado, com ganho de 1,67%, enquanto Intesa Sanpaolo avançou 0,26%.

O índice IBEX 35, da Bolsa de Madri, subiu 0,74%, a 9.141,80 pontos. Santander teve avanço de 0,64% e Banco de Sabadell, de 1,58%.

Em Lisboa, o PSI 20 fechou em alta de 0,38%, em 5.704,09 pontos.