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IGP-DI de setembro cai 1,22%, ante queda de 0,55% em agosto, afirma FGV VAI Investir - Portal de conteúdos de Investimentos e Educação Financeira
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IGP-DI de setembro cai 1,22%, ante queda de 0,55% em agosto, afirma FGV

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Estadão Conteúdos

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou queda de 1,22% em setembro, após uma redução de 0,55% em agosto, divulgou nesta quinta-feira, 6, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado do indicador apresentou um recuo mais intenso do que o intervalo das previsões do mercado financeiro, que estimavam uma queda entre 0,97% e 0,74%, com mediana negativa de 0,84%, de acordo com as instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast. Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma elevação de 5,54% no ano. Em 12 meses, houve aumento de 7,94%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-DI. O IPA-DI, que representa o atacado, teve redução de 1,68% em setembro, ante uma queda de 0,63% em agosto. O IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, subiu 0,02% em setembro, após recuo de 0,57% em agosto. Já o INCC-DI, que mensura o impacto de preços na construção, teve elevação de 0,09% em setembro, depois da alta também de 0,09% em agosto.

O período de coleta de preços para o índice de setembro foi do dia 1º ao dia 30 do mês.

As reduções nos preços da gasolina (-8,68%), leite tipo longa vida (-13,35%) e etanol (-12,60%) puxaram o ranking de contribuições negativas para a inflação no varejo medida pelo IGP-DI de setembro, informou a FGV. No entanto, os aumentos nas passagens aéreas (23,75%), aluguel residencial (1,63%) e plano de saúde (1,15%) sustentaram a inflação ao consumidor em terreno positivo no mês.

Quatro das oito classes de despesa do IPC-DI registraram taxas de variação mais elevadas: Educação, Leitura e Recreação (de 0,46% em agosto para 4,36% em setembro), Transportes (de -3,56% para -2,63%), Habitação (de -0,09% para 0,40%) e Comunicação (de -1,03% para -0,52%). Houve influência dos itens: passagem aérea (de 2,07% para 23,75%), gasolina (de -11,62% para -8,68%), tarifa de eletricidade residencial (de -2,33% para -0,07%) e tarifa de telefone móvel (de -2,26% para 0,13%).

Na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos Alimentação (de 0,07% para -0,29%), Despesas Diversas (de 0,36% para 0,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,77% para 0,59%) e Vestuário (de 0,53% para 0,38%). Os destaques foram os itens: laticínios (de 2,64% para -4,86%), cigarros (de 2,45% para 0,28%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 1,65% para 0,49%) e roupas (de 0,69% para 0,24%).

O núcleo do IPC-DI passou de alta de 0,29% em agosto para 0,18% em setembro. Dos 85 itens componentes do IPC, 32 foram excluídos do cálculo do núcleo. O núcleo do índice é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. Ainda de acordo com a FGV, o núcleo acumulou uma elevação 5,25% no ano e aumento de 6,72% em 12 meses.

O índice de difusão, que mede a proporção de itens com aumentos de preços, passou de 58,39% em agosto para 58,71% em setembro.