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Movimento ‘Elas no orçamento’ indica mulheres para cargos em governos

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Estadão Conteúdos

Diante da ainda baixa presença feminina em cargos-chave do setor público, o movimento “Elas no Orçamento” aproveitou o momento de formação de equipe dos governos recém-eleitos em Brasília e nos Estados para divulgar uma lista de 170 mulheres que se destacam nas áreas de orçamento, finanças e planejamento. As indicações partiram de mulheres e homens que nos últimos meses preencheram formulário preparado pelo movimento, que visa à igualdade de gênero em cargos de liderança no setor público.

Os nomes foram conferidos em bancos de dados públicos e informações disponíveis em redes profissionais como o LinkedIn e Lattes. A lista é composta por mulheres em diferentes estágios de carreira com experiência no setor público, em empresas privadas e no terceiro setor.

“É um banco de dados incrível para subsidiar a igualdade de gênero nos governos federal e estaduais recém-eleitos”, diz Clara Marinho, uma das quatro mulheres que criaram a iniciativa #elasnoorçamento.

Clara é analista da Secretaria de Orçamento Federal do Ministério da Economia, onde é encarregada de fazer com que os recursos públicos sejam destinados a programas de redução das desigualdades de raça e gênero. Trabalhou na elaboração do Orçamento Mulher, aprovado pelo Congresso para 2022, e em pesquisas para criar metodologias para canalizar recursos orçamentários.

As outras idealizadoras são Julia Rodrigues, consultora de orçamento da Câmara; Rita Santos, consultora de orçamento do Senado, e Roseli Faria, analista de planejamento e orçamento do governo federal.

A lista está aberta e continuará recebendo indicações, captadas de todas as regiões do País. Os contatos de cada indicada também estão disponíveis.

A lista pode ser encontrada nas redes: Elas N’Orçamento (LinkedIn) e elasnoorçamento (Instagram). Em caso de dúvidas, basta enviar o e-mail para elasnorcamento@gmail.com.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.