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Ouro fecha em alta, com Fed e temores pela Ômicron, encerrando semana de ganhos

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O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta sexta-feira, em sessão na qual a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) seguiu sendo observada, após a última reunião de política monetária da autoridade no ano. Os rendimentos dos Treasuries vem operando pressionados, o que beneficia o metal. Além disso, os temores com a variante Ômicron do coronavírus reforçam a busca do ativo como um porto-seguro. O dia encerra uma semana na qual a commodity teve avanço superior a 1%.

Na Comex, o contrato mais líquido do ouro, com vencimento em fevereiro, fechou em alta de 0,37%, a US$ 1.804,90 por onça-troy.

Na semana, o metal acumulou ganho de 1,13%.

Por sua vez, o Commerzbank lembra que atualmente com queda de cerca de 5% desde o início do ano, o ouro provavelmente enfrentará sua primeira perda anual em três anos.

Na visão do TD Securities, os rendimentos dos Treasuries continuam caindo, enquanto os temores pela Ômicron e seu potencial impacto na economia estão começando a aumentar o nível de nervosismo entre os participantes do mercado, elementos que continuam a oferecer suporte para o metal amarelo.

A força continuada do ouro após um Fed “hawkish” destacou a “assimetria presente nos mercados de metais preciosos, e ainda podemos ver um lado positivo modesto no curto prazo, uma vez que o posicionamento, que se desviou principalmente para o lado vendido nas últimas semanas, se desfez um pouco”, aponta o TD Securities.