O economista da ACSP Marcel Solimeo avalia, em nota, que o avanço interanual já era esperado.
“No ano passado ainda havia incertezas por causa da covid e o comércio passava por restrições. Este ano, o cenário já difere”, diz Solimeo.
Acerca da queda na margem, a ACSP analisa que, apesar de expressiva, a redução não surpreende.
“Dezembro é o principal mês para faturamento no comércio e as vendas são impulsionadas pelos presentes de Natal e pela injeção do 13º salário pago aos trabalhadores”, afirma a associação, em nota.