A empresa informou também que planeja construir uma segunda unidade industrial na planta de Curitiba, elevando a capacidade total produtiva para 16 milhões de litros por ano em meados do ano que vem. Além do aumento da capacidade própria de produção, a companhia pretende adquirir novas plantas fabris no País no curto prazo, acrescentou. A companhia atribui o investimento ao crescimento do mercado de bioinsumos com demanda aquecida.
Diretor de Assuntos Regulatórios da Biotrop, Fábio Pevide, afirma na nota que a expansão da capacidade produtiva está relacionada ao atendimento da demanda do setor e à possibilidade de produção de novos insumos à base de fungos, bactérias e extratos botânicos. Com as duas obras, a empresa prevê capacidade de atender 50 milhões de hectares na produção de hortifrútis, soja, cana-de-açúcar, milho, feijão, batata, tomate, trigo e áreas de floresta.
Em produtos, a Biotrop espera obter mais 10 registros de novos inoculantes e fertilizantes até 2025, alcançando 130 no País. Em biodefensivos, a projeção da fabricante é obter novos 48 registros até 2025, além dos 66 atuais. A companhia planeja também expansão em até três anos nos Estados Unidos, onde possui 16 produtos em fase de registro. “Nossa projeção, juntando Américas, EUA e Europa, é de 124 novos registros até 2025”, disse Pevide.