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Cielo: volume processado vai a R$ 179,765 bi no 3º trimestre

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As maquininhas e sistemas da Cielo capturaram R$ 179,765 bilhões no terceiro trimestre deste ano, um avanço 8,5% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 8,8% frente ao segundo trimestre deste ano. No mesmo intervalo de 2019, antes do impacto da pandemia da covid-19 sobre a economia – e sobre as operações da líder do setor -, a Cielo havia capturado R$ 171,7 bilhões.

Em cartões de crédito, na Cielo Brasil, a movimentação foi 13,4% maior que no mesmo período de 2020, enquanto nos cartões de débito, a captura cresceu de forma mais modesta, 2,6%. No último trimestre, as operações com cartões de crédito representaram 57,3% do total processado pela Cielo Brasil. No segundo trimestre deste ano, haviam respondido por 56,2%.

A taxa rate, taxa que a Cielo cobra sobre o valor de cada transação, foi de 0,70%, ante os 0,71% registrados no segundo trimestre. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa ficou em 0,73%.

A base ativa de clientes, que inclui aqueles que realizaram ao menos uma transação com a Cielo nos 90 dias até 30 de setembro, foi de 1,269 milhão, queda 11,1% em relação ante o terceiro trimestre do ano passado. “A principal razão é a mudança na política de concessão de subsídios para terminais de captura na modalidade de venda, que impacta principalmente as afiliações no segmento de Empreendedores”, informa a empresa em seu release de resultados.

As despesas financeiras da Cielo Brasil, por sua vez, aumentaram 127,8%, para R$ 214,6 milhões. No consolidado, cresceram 115,6%, para R$ 235,9 milhões. Nos dois casos, a alta da taxa Selic impactou o resultado, de acordo com a companhia.