Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the related-posts-thumbnails domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /opt/bitnami/wordpress/wp-includes/functions.php on line 6131
CNI: Leilão do 5G é passo importante para indústria 4.0 avançar no País VAI Investir - Portal de conteúdos de Investimentos e Educação Financeira
Skip to main content

Notícias

Notícias

CNI: Leilão do 5G é passo importante para indústria 4.0 avançar no País

Por
Estadão Conteúdos

O leilão do 5G é um passo importante para o desenvolvimento tecnológico do País e para que as indústrias nacionais se mantenham competitivas no mercado global. Essa é a avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para quem o certame permitirá a expansão da internet e da digitalização de processos, “fator essencial para que o Brasil alcance países onde a Indústria 4.0 já é realidade por terem redes avançadas de 5G”.

“Entre os ganhos possíveis do 5G para a indústria, por meio da internet das coisas, estão a melhor adequação do estoque à demanda do mercado, a customização de produtos de forma ágil à necessidade dos clientes, a redução de desperdício e consequentemente do custo, além do aumento da segurança do trabalhador a partir da realização de atividades de risco por máquinas”, afirma o presidente da CNI em exercício, Glauco Côrte.

A entidade destaca, no entanto, que há ainda o desafio da aprovação e modernização de leis para instalação de antenas que vão viabilizar o 5G. “A CNI considera fundamental desburocratizar esse processo em todo o País, condição básica para a ampliação da infraestrutura de telecomunicações, uma vez que a rede 5G exigirá de cinco a 10 vezes mais antenas do que a rede 4G para ser viável”, destaca em nota divulgada nesta quinta.

A CNI lembra que, atualmente, apenas 19 cidades têm legislações em vigor para instalação dessas antenas. Para a entidade, os governos estaduais podem ajudar a acelerar a mudança, promovendo o debate ou propondo modelos de legislação.