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Dólar amplia máximas com piora no exterior por Fed, Ucrânia e risco fiscal

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Estadão Conteúdos

O dólar amplia máximas, acompanhando a aceleração do índice DXY (que compara o dólar ante seis divisas principais) no exterior em meio à piora dos futuros das bolsas em Nova York e dos índices acionários na Europa, com a busca de proteção por expectativas com a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e a insegurança geopolítica envolvendo Rússia e Ucrânia, além de cautela fiscal no Brasil, de acordo com operadores do mercado de câmbio.

Às 11h11, o dólar à vista subia a R$ 5,4876, após tocar em máxima a R$ 5,4921 (+0,67%).

O dólar fevereiro subiu até R$ 5,5015 (+0,51%).

O índice DXY registrou máxima em 96,056 pontos e há instantes subia a 96,009 pontos (+0,38%). ,