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Lucro da B3 atribuído a acionistas sobe 3,4% no 3º tri a R$ 1,17 bi

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A B3 reportou lucro líquido atribuído a acionistas de R$ 1,17 bilhão no terceiro trimestre, alta de 3,4% frente ao mesmo intervalo do ano passado. O lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,3 bilhão, aumento de 13% e 4,9% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e com o segundo trimestre.

Segundo o release de resultado, as operações de ofertas públicas no mercado de capitais continuaram aquecidas no terceiro trimestre, com R$ 48,5 bilhões levantados entre 17 ofertas iniciais (IPOs, em inglês) e 8 ofertas subsequentes. A bolsa informou que o número de investidores individuais no mercado de ações cresceu 4,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano, atingindo 3,3 milhões de CPFs.

As receitas totais da bolsa totalizaram R$ 2,5 bilhões, queda de 0,9% frente ao terceiro trimestre do ano passado e de 6,1% na comparação com segundo trimestre deste ano. A B3 comenta que no terceiro trimestre do ano passado e no segundo trimestre deste ano a B3 foi positivamente impactada pela reversão de provisões não recorrentes. Excluindo esse efeito, as receitas deste terceiro trimestre teriam sido 7,1% maiores que no mesmo intervalo de 2020 e 1,4% menor do que no segundo trimestre.

A bolsa informa que revisou a alavancagem financeira de até 1,5 vezes para até 2,0 vezes na relação dívida bruta sobre Ebitda recorrente dos últimos 12 meses em consequência da captação de US$ 700 milhões em títulos de dívida (bonds) no mercado externo. Os recursos serão usados para honrar vencimentos de dividas de 2022.

Os bonds têm prazo de 10 anos com pagamento semestral de juros de 4,125% ao ano e são os primeiros sustainability-linked bonds emitidos por uma bolsa de valores no mundo.