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Tesouro Nacional autoriza BDMG a captar R$ 1 bi com banco dos Brics

Por
Estadão Conteúdos

A Secretaria do Tesouro Nacional aprovou na terça-feira, 25, a captação do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido no Brasil como o “banco dos BRICs”, no valor de U$ 200 milhões, ou R$ 1 bilhão. O volume será a maior captação da história do banco mineiro.

Segundo o Comitê de Financiamentos Externos (Cofiex), o BDMG foi autorizado a prosseguir com a captação pois possui “capacidade de pagamento elegível à concessão de garantia da União” e apresentou contragarantias suficientes, além de não possuir atrasos em operações avalizadas pelo Governo Federal.

“Isso significa que Minas Gerais, via BDMG, vai conseguir sustentar a expansão de setores como o da energia fotovoltaica, saneamento básico, além de demais investimentos privados, promovendo avanços em infraestrutura, geração de renda e oportunidades de trabalho no estado”, destaca em nota o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio.

De acordo com o presidente do BDMG, Marcelo Bomfim, os recursos oriundos do Novo Banco de Desenvolvimento poderão financiar também projetos de infraestrutura nos municípios, “o que é muito importante para o desenvolvimento regional”. Para ele, as condições financeiras são muito vantajosas pelo custo baixo e prazos longos de vencimento e de carência.

“Esta captação abrange tanto investimentos no setor público, isto é, municípios, quanto no privado. Ele também é multisetorial, adequando-se a segmentos que vão do agronegócio à indústria de grande porte, importantes geradores de empregos, e incluindo também as micro e pequenas empresas”, diz Bomfim. “Já temos as melhores taxas e linhas. Agora teremos também muito mais volume”, completa.

Segundo Bomfim, os recursos serão direcionados à infraestrutura, como projetos de transporte e mobilidade urbana, saneamento, fontes renováveis e eficiência energética, mas também a iniciativas de alto impacto em desenvolvimento humano e socioambiental, como agricultura sustentável, saúde e bem-estar e inclusão produtiva, entre outros.