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Vai investir? Então conheça 7 primeiros passos para fazer seus investimentos!

5 Minutos de leitura
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Muitos brasileiros estão começando a fazer os seus primeiros investimentos. Esse pode ser um bom caminho para a sua vida financeira, já que é uma forma de fazer o dinheiro trabalhar para você. Também é uma maneira de ter mais tranquilidade e segurança financeira.

Contudo, para começar a investir é preciso ter alguns conhecimentos. Assim, a sua tomada de decisão será realizada de maneira informada e alinhada com os seus interesses.

Neste artigo, você poderá conferir os 7 primeiros (e essenciais) passos para começar a investir!

1. Cuide da sua organização financeira

Sua vida financeira precisa estar em dia para que seja possível começar a fazer investimentos. O motivo é simples: sem organização, é difícil obter os recursos necessários para investir com foco e consistência. Então fica impossível atingir os resultados desejados.

É por isso que um dos primeiros passos para investir é organizar as suas finanças. Saiba o quanto você ganha e o quanto gasta, livre-se das dívidas e monte a sua reserva financeira. A partir de então, há como focar em escolher corretamente na hora de alocar os seus recursos em investimentos.

2. Planeje-se para fazer os primeiros aportes

Depois de deixar tudo em ordem, é o momento de começar a pensar no futuro e, portanto, nos investimentos. O ideal é elaborar um planejamento financeiro robusto e que contemple seus aportes mensais.

Ou seja, monte um orçamento e defina para onde deve ir o dinheiro, conhecendo suas despesas fixas e variáveis. Sabendo como estão suas finanças, destine parte dos recursos exclusivamente para os investimentos.

É interessante encontrar oportunidades de economia e redução de gastos, pois o que sobra do orçamento pode seguir para os investimentos. O melhor é que você se planeje para investir com frequência — preferencialmente, todos os meses.

3. Conheça o seu perfil de investidor

Com todo o planejamento pronto, é o momento de entender que tipo de investidor você é. Essa classificação serve para definir qual é o seu apetite ao risco e, portanto, quais devem ser as suas escolhas. Para facilitar, conheça os 3 perfis principais:

  • Conservador: é o investidor que prioriza a segurança e a liquidez, até mesmo acima do retorno. Seu objetivo é proteger o dinheiro e evitar as perdas. Tem baixa tolerância aos riscos e à volatilidade;
  • Moderado: corresponde a um perfil intermediário, em que há uma tolerância mediana para correr riscos — desde que eles ajudem na buscar de mais retorno;
  • Arrojado: é o tipo com maior apetite ao risco e tolerância à volatilidade. É capaz de correr mais riscos (controlados), em busca de ganhos potencialmente maiores.

Com base em tais características, já é possível ter uma ideia de qual categoria tem mais conexão com você. Mas o investidor também deve realizar o chamado teste de suitability, disponível em instituições financeiras. Ele é responsável por realizar o diagnóstico do seu perfil.

4. Defina os objetivos antes de começar a investir

Até aqui, você já terá organizado tudo, montado o planejamento financeiro e conhecido seu perfil de investidor. Para dar continuidade e fazer os primeiros investimentos, é preciso conhecer quais são os seus objetivos.

Eles costumam ser classificados de acordo com o período: de curto, médio ou longo prazo. Para investir investir no curto prazo com segurança, costuma ser necessário abrir mão de parte da rentabilidade. Já se tiver foco no longo prazo, há mais chances de ajudar o seu patrimônio crescer.

A definição das metas depende de muitos fatores — e, principalmente, do que você pretende fazer com o dinheiro. Se a intenção for se aposentar com tranquilidade, é possível pensar em prazos maiores. Já se a ideia for a concretização de um plano em 12 meses, trata-se de curto prazo.

5. Conheça as alternativas do mercado financeiro

Outro passo importante para investir é conhecer o que está disponível para compor a sua carteira. Basicamente, há uma grande divisão em duas classes: renda fixa e renda variável.

No primeiro caso, é possível saber quais são as regras de remuneração do investimento ao longo do tempo. Na renda variável, por outro lado, não há como saber como (ou mesmo se) o investimento renderá.

Em cada classe, há diversas alternativas disponíveis. A renda fixa tem títulos públicos (como os do Tesouro) e privados (como os Certificados de Depósito Bancário). Também podem ser prefixados (cujo rendimento tem taxa constante) ou pós-fixados (com rendimento que acompanha um índice).

Na renda variável, há investimentos em ativos e derivativos, além de ser possível aportar recursos no mercado à vista (com liquidação no momento presente) ou no mercado futuro.

Você não precisa ser um especialista em todas as alternativas, mas deve conhecer as principais características. Saber como os investimentos que lhe interessam funcionam é indispensável. Afinal, qualquer investimento pode ser muito arriscado se você não sabe nada sobre ele.

6. Escolha uma corretora de valores

Ao conhecer as alternativas de investimentos também é interessante saber como aportar seu dinheiro nelas. Os investimentos são realizados por meio de corretoras de valores. As instituições oferecem plataformas de negociação e dão acesso a possibilidades variadas.

Como muitos investimentos não podem ser feitos sem o apoio da instituição, você deve pesquisar as alternativas do mercado e avaliar características de cada corretora. Considere a estrutura, a segurança, os investimentos disponíveis e as taxas.

Após fazer sua escolha, basta apresentar seus dados e documentos, conforme solicitado para abrir a conta. Com a conta aberta, transfira os recursos para investir e selecione o que você deseja adquirir. Dessa forma, realizará seus primeiros investimentos.

7. Tenha suporte de uma assessoria de investimento

Com tantas alternativas disponíveis no mercado, é comum ter dúvidas sobre o que se encaixa melhor em seu perfil. Para quem começa agora, também são frequentes as questões sobre as características e o funcionamento de certos investimentos.

Como mostramos, investir sem conhecer a fundo as possibilidades de investimento não é o indicado. Então, para auxiliar na tomada de decisão, você pode recorrer a uma assessoria de investimentos. 

Uma equipe qualificada poderá ajudá-lo a conhecer o seu perfil e objetivos e apresentar e explicar as alternativas disponíveis no mercado. É natural, também, que você tenha dúvidas sobre como escolher uma assessoria de investimentos, visto a quantidade delas atuando no mercado. Por isso, antes de abrir sua conta de investimentos, pesquise suas opções.

Vale ressaltar que não é necessário pagar a mais por esse suporte. Ele é oferecido pelas corretoras. Logo, você pode iniciar seus aportes de maneira mais alinhada às suas necessidades graças a esse suporte.

Agora você viu que fazer os seus primeiros investimentos exige preparo. É importante entender o mercado e conhecer as oportunidades. Com os conhecimentos necessários, você poderá começar a montar a sua carteira em busca dos seus objetivos!

Quer saber mais sobre como organizar seus aportes? Aproveite para conferir 6 dicas para diversificar a sua carteira! Você também pode começar a sua pesquisa por assessoria conhecendo a Valor Investimentos. 

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Sobre o autor
Thiago Goulart é o Editor da Vai Investir e do podcast Valor de Mercado. Adora praticar tênis, ler, escutar música e estar na presença de amigos e família. Graduado em Letras pela UFES e em Jornalismo pela PUC-SP, está se tornando também especialista em finanças com o MBA no tema pela PUC- RS. Com uma longa carreira em sala de aula, desenvolveu a habilidade e sensibilidade para conectar pessoas a conhecimentos. Hoje, aplica essa experiência de maneira mais específica para o mercado financeiro, por quase 3 anos sendo o principal responsável pelo desenvolvimento e curadoria de conteúdo para a Valor Investimentos e Vai Investir.
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