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Ibram: Produção mineral cai 9% no 1º semestre, devido demanda menor da China

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Estadão Conteúdos

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) informou nesta quarta-feira, 27, que a produção mineral do País caiu 9% no 1º semestre deste ano na comparação com igual período de 2021. O setor produziu 441 milhões de toneladas de minério no período ante 483 milhões de toneladas no 1º semestre do ano passado, informou a entidade.

Segundo o Ibram, as mineradoras brasileiras faturaram R$ 113,2 bilhões nos primeiros seis meses do ano, 24% a menos que o montante relativo ao 1º semestre de 2021, de R$ 149 bilhões. Só no 2º trimestre, o faturamento do setor ficou em R$ 57 bilhões, ligeiro avanço, de 1%, com relação ao 1º trimestre desse ano (R$ 56,2 bilhões).

O presidente do Ibram e ex-ministro da Defesa, Raul Jungmann, atribui essa queda à redução da atividade econômica da China em 2022. O país asiático é o principal importador do minério de ferro brasileiro, produto que representa 73% da pauta exportadora do setor. Jungmann disse que essa concentração aponta a força do produto, mas também traz consigo vulnerabilidades.

Jungmann destacou a redução proposital da produção de energia e aço pela China a fim de melhorar a qualidade do ar durante as Olimpíadas de Inverno, em fevereiro deste ano; o vaivém de lockdowns em função de surtos de covid-19, que também derruba a atividade econômica e, com ela, a demanda por matérias-primas; além da queda de exportações chinesas para controle de inflação no 2º trimestre.

Segundo o Ibram, a demanda da China por aço no 1º semestre de 2022 foi 10% inferior à demanda registrada no 1º semestre de 2021.