Análise & Opinião

12 oportunidades para os investidores

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Fala pessoal, hoje vou trazer oportunidades para investidores! Desde a semana passada muita coisa tem acontecido. Espero, em breve, poder compartilhar com vocês todas as novas mudanças.

Até lá, continuamos com o primeiro texto, trazendo reflexões e nossas filosofias. E como passa rápido o tempo, já estamos chegando em agosto. Daqui a pouco é Natal!

Sendo assim, resolvi fazer um compilado de algumas empresas que eu tenho ficado de olho nos últimos tempos.

Como serão 12 empresas, não teria como fazer uma tese tão detalhada assim para cada uma, com vários gráficos, etc. Mas confesso que ficou bastante informacional e o intuito é sempre ajudar.

Antes, porém, uma observação: nada aqui é uma recomendação. Apenas “stocks ideias” que tenho visto nos últimos tempos!

Vamos começar!

Sumário

1. Bemobi (BMOB3)
2. CSN Mineração (CMIN3)
3. Petrobras (PETR4)
4. IMC (MEAL3)
5. Aura (AURA33)
6. Mercado Livre (MELI ou MELI34)
7. Disney (DIS ou DISB34)
8. Le Lis Blanc (LLIS3)
9. EVEN (EVEN3)
10. Via Varejo (VVAR3)
11. B3 (B3SA3)
12. ASSAÍ Atacado (ASAI3)

wall street 12 oportunidades para os investidores

Bemobi (BMOB3)

A Bemobi opera como uma distribuidora de serviços para mais de 79 operadoras de telefonia ao redor do mundo. Ela oferece um pacote de aplicativos em forma de “super app”, no qual o cliente pode adquirir via subscrição sem usar o cartão de crédito, ou seja, apenas usando seu saldo pré-pago da operadora ou descontando na conta do pós-pago.

Em outras palavras, ela é um ecossistema de apps que o cliente pode ter acesso pagando menos do que se fosse comprar toda a biblioteca separadamente. Além disso, começou a fornecer serviços financeiros de adiantamento de crédito e recargas para as operadoras e aplicativos voltados para gestão. A companhia possui 32 milhões de usuário pagando pelo seu serviço e 2,3 bilhões de usuário em potencial.

Isso seria uma via para ela poder explorar e converter para novos usuários pagantes. Além disso, possui caixa líquido positivo e zero dívida, podendo partir para aquisições com tranquilidade ou investir mais na sua infraestrutura tecnológica. Sendo que hoje, 50% do “Market Cap” da companhia se encontra no seu caixa.

No mais, para uma companhia que tem um braço forte em tecnologia, negociar a 15x lucros para 2022, com um EV/EBITDA de 6x e um ROIC de 20% não é nada mal.

CSN Mineração (CMIN3)

CSN Mineração recentemente fez spin-off da CSN e se mostrou um case bem atraente. Primeiro porque é um “pure play”, ou seja, focado apenas em uma linha de segmento, que é minério. Diferente de outras mineradoras que geralmente podem se envolver com outros metais. Além disso, é a quinta maior do mundo e a segunda maior no Brasil, atrás somente da Vale.

A companhia vem crescendo bem e pretende dobrar a capacidade de volume de minério até 2024 (~60 milhões de toneladas). Outro ponto interessante é a forte geração de caixa, que irá permitir ela pagar um yield alto esse e no próximo ano. Ambos em torno de 15-18% de yield (com minério entre @110-140 dol. Vale lembrar que estamos em mais de @210 dol).

Olhando para o valuation, a companhia está negociando 3,4x EV/EBITDA para 2021 e um P/L de 5x para 2021, um desconto de cerca de 25% frente a Vale e a outras companhias estrangeiras. Isso, contando que ela tem um diferencial, que é a mudança do Fe 62% para acima de 65% até 2025, seguindo uma temática importante para a China principalmente, que é voltado para sustentabilidade. Esse movimento mitiga de forma considerável o risco de licenciamento e de vendas futuras.

Petrobras (PETR4)

Acho que despesa apresentações. A companhia continua bem atrativa, ainda mais com a alta que o oil teve por conta de um mundo querendo crescer mais pós-pandemia.

A empresa não é a mesma de 5 anos atrás, passou por um turnaround nos últimos anos que deixou ela mais eficiente e sem contar que ela tem um dos menores lifting costs do mundo por conta do pré-sal (o que é um grande diferencial).

Entendo que algum movimento do governo possa interferir na companhia, mas ao mesmo tempo fica complicado não ter um papel que tem um peso tão significante no índice, para fins de não ficar muito para trás em momentos de stress também.

Por outro lado, forte geração de caixa, com FCF anualizado de 30% e jogando a alavancagem financeira para 2x (que eu considero saudável). Por fim, continuam com os planos de desinvestimentos e de se tornar um player com maior foco em extração. Tudo isso negociando a 3,3x EV/EBITDA para 2022 e 7x lucros também 2022, bem atraente frente aos outros pares.

IMC (MEAL3)

IMC é uma empresa de comida que serve diversos pratos pelas suas marcas Viena e Frango Assado. Também operavam no exterior (US/Colômbia/Panamá) pelas marcas LandShark & Grill e Margaritaville (US), J&C delícias (Colômbia) e Carls Jr. (Panamá).

Recentemente adquiriram as marcas do KFC e Pizza Hut no Brasil. No total são 499 restaurantes, sendo 245 próprios. Acreditamos que o mercado não tenha entendido o potencial da operação do KFC e Pizza Hut Brasil. Entendemos que a reabertura seja um bom trigger para o papel, que agora possui marcas fortes nos principais shoppings do país.

Além disso, 28% da receita vem da parte de US, que com um dólar de R$5 e uma reabertura mais intensa que vem acontecendo nos Estados Unidos, podem ser outro bom trigger para o papel. E tem mais, Frango Assado vende nas estradas do Brasil e podem se beneficiar de mais viagens, uma vez que em muitos estados a vacinação já está bem adiantada e a economia vai se reabrindo aos poucos. Desde 2019, a empresa vem fazendo um trabalho de “arrumação de casa também”, construíram outra cozinha que vai dar suporte para suas operações, o que é muito bom.

Aura (AURA33)

Aura é uma mineradora de ouro e cobre que possui suas BDRs na B3. Durante os últimos anos, Aura tem executado várias iniciativas que devem se traduzir em um crescimento significativo nos embarques em 2021, bem como aumento da lucratividade.

Dentre eles, destaco: (i) o start-up da mina Ernesto no Complexo EPP, que tem melhores qualidades e deve ajudar a melhorar tanto os volumes quanto os custos; (ii) o aumento de ~ 30% nos volumes de minério processado em Aranzazu, o que deve diluir ainda mais custos fixos e aumento de volumes; e (iii) o início das operações da Gold Road. Todas essas iniciativas juntamente com preços mais saudáveis ​​do cobre devem resultar em um momento positivo para a Aura nos próximos trimestres.

Como a expansão de Aranzazu já está totalmente acelerada, EPP deve entregar notas crescentes (especialmente no 2S21) e conforme a Gold Road aumenta suas remessas. Como um resultado, vejo a Aura entregando 289 kGEO em remessas este ano (de ~ 200 kGEO em 2020), enquanto o custo em dinheiro/onça deve diminuir para $775/onça (de ~ US$809/onça em 2020).

No geral, acreditamos que um desempenho operacional melhorado juntamente com a sólida a execução com projetos de crescimento deve alimentar uma reclassificação do estoque à frente. Vemos a empresa negociando a 3,5x EV/EBITDA para 2022 e 6,5x Lucros para 2022, com um Yield de 3,3%, bastante atraente para não olharmos.

Mercado Livre (MELI ou MELI34)

Aqui temos uma companhia para não ficar de fora dos investimentos internacionais e tentar capturar boas oportunidades de companhias que também estão crescendo bastante. Para quem não conhece a companhia, ela foi fundada em 1999 e tem sede na Argentina.

Muitos já devem ter usado ela para comprar alguma coisa, mas para os não familiarizados com a companhia, ela é uma plataforma de comércio online na América Latina. Ela opera com 4 segmentos: Marketplace, sua fintech Mercado Pago, logística com MercadoEnvios e Mercado Fondo (sua asset).

Muitos estavam batendo no ativo que chegou a cair mais de 24% neste ano por especulações de que a Amazon entraria com mais força no Brasil. Porém, nada disso aconteceu e operar a logística do Brasil não é algo tão simples. Todo o processo exige bastante expertise, além de boas parcerias para conseguir entregar nos mais remotos cantos do nosso país, onde muitas vezes nem estrada asfaltada tem, nem ponte ou nem estrada de fato (vai ter que ir de barco).

Mas o que me chama atenção no case não é o comércio eletrônico e sim o mercado pago. Antes de falar dele, só o marketplace no 1T21 cresceu seus usuários ativos em 71,3% no ano contra ano, atingindo 74 milhões. O número de itens vendidos cresceu 110% e atingiram 229,4 milhões de itens vendidos na plataforma.

Já no mercadopago, o total de volume pago usando esse segmento, cresceu para $15,9 bilhões, um crescimento 83,9% em dólares. Pagamentos onlines cresceram 143% no ano contra ano também. Mercado Livre parece ter um crescimento interessante pela frente, visto que se espera que a empresa continue a aumentar os usuários de e-commerce e GMVs à medida que mais mercados na América Latina fazem a transação para o online (que é uma tendência) e descobrem a conveniência desse modelo.

Além disso, a plataforma de pagamentos do MercadoPago continuará a crescer on-platform para suportar o crescimento das transações e off-line, já que a solução de pagamentos digitais do Mercado Livre é a melhor maneira para o número significativo de latino-americanos que não possuem um banco para pagar os comerciantes.

Olhar para múltiplos de MELI não tem como, negocia a múltiplos de companhia de tecnologia e fazer DCF não iria me dar uma sensibilidade boa. Em case de alto crescimento, o que mais importa é o time alinhado e o plano de execução, que a cada trimestre tem se provado ser eficiente e ter expertise.

Disney (DIS ou DISB34)

Aqui temos uma companhia americana ícone, que é a Disney. O case é de reabertura, uma vez que grande parte da receita dela vem de parques e resorts que estavam fechados e impactos por conta das restrições da pandemia.

Porém, com a reabertura mais ampla nos Estados Unidos e em outras localidades do mundo, os parques podem voltar com uma força maior ainda devido a demanda reprimida. Além disso, o canal de streaming Disney+ está crescendo a passos absurdos e está quase alcançando a Netflix em termos de usuários pagantes em pouco mais de 1 ano de existência, o que é realmente incrível.

Disney é outro case de continuo crescimento, que deve se beneficiar dos seus grandes estúdios e da sua plataforma de streaming (ela domina praticamente tudo, FOX, Lucas Film, Marvel, Pixar e a própria Disney). Soma-se a isso demanda reprimida de parques e resorts.

O segmento de broadcast (que é TV a cabo com seus canais Disney, ESPN e National) deve continuar praticamente o mesmo, a medida que TV paga vai perdendo o apelo. Mas muitos dos programas já estão entrando no streaming, equilibrando a possível perda no outro lado.

Vejo a companhia negociando no final de 2022 a 27x lucros e acho que poderia chegar aos $220. Bem atraente devido ao seu crescimento no DTC (direct-to-consumer), reabertura dos parques e o seu balanço forte que tem uma boa flexibilidade e liquidez para a companhia.

Le Lis Blanc (LLIS3)

Outro case de reabertura. Para quem não conhecia a companhia, ela é uma varejista de moda que opera pelas marcas Dudalina, Bobô, John John, Rosa Cha, Base, Estoque, Swamp e a própria Le Lis Blanc (incluindo até itens para casa).

A empresa valia aproximadamente R$1,2 bilhão um ano atrás e hoje está negociando a pouco mais de R$300 milhões de valor de mercado. É uma empresa que está em “turnaround”, ou seja, arrumando a casa, resolvendo problemas operacionais e traçando novas estratégias para voltar a crescer. Mas a pandemia a deixou mais distorcida ainda.

No último trimestre, vendas digitais aumentaram em 3 dígitos (alta de 156%), melhoraram a nota no site ReclameAquipara quase nota máxima, omnichannel ficando cada vez mais forte (183% de alta, só no último trimestre), clientes ativos e tráfego de venda nos canais digitais mostrando crescimento de 2 dígitos. Isso tudo operando com restrições impostas ainda.

Outro ponto bom, é que a empresa parece ter aprendido com seus erros, a 2 anos atrás ela estava vendendo ativos para sobreviver e hoje o seu Fluxo de Caixa de Investimento continuou sendo direcionado para crescimento, com SG&A controlado e conseguindo reduzir despesas também.

O ponto delicado é a sua dívida, que extrapola a saúde financeira da companhia em 2025. Até lá, sua dívida está bem administrável com 90 milhões para amortizar apenas em 2023. Achamos que a companhia está mal precificada hoje e que pode se beneficiar bastante de uma reabertura da economia.

EVEN (EVEN3)

EVEN é um case de margem de segurança. Apesar da alta de juro está acontecendo e ser ruim para as construtoras, a companhia está negociando a 7,2x lucros para 2022 e pode pagar um yield acima de 6%, o que é interessante.

Ela também conseguiu aumentar em 5,2% o preço de vendas dos imóveis, acima do IGP-M do período. Focando em classe média para alta com R$1,5 bilhão de lançamentos por ano. A estrutura de capital parece bem ajustada e a administração ainda está correndo atrás de um ROE de 18%.

Considerando um crescimento de PIB de 2-4% e um juro de 6%, o mercado imobiliário de SP deve fazer uns 30bi por ano, acima do período de 2014-2018.

Via Varejo (VVAR3)

Via Varejo é um case polemico porque caiu na boca do povo. Mas é um case de turnaround e nunca seria um case fácil de entender. Acontece que a empresa vem passando por muitas mudanças, desde a mudança do management que ficou bem mais alinhado com o futuro da empresa, trazendo pessoas da concorrência de peso como Magalu e Meli.

Além disso, tem feito aquisições interessantes do ponto de vista de tecnologia e melhorou bastante o seu balanço no último ano. A empresa hoje se mostra muito mais eficiente em termos de operação e por ser grande com marcas de nomes que são conhecidos, podem capturar o crescimento do e-commerce no Brasil com mais tranquilidade que outros players.

Só no 1T21, o GMV cresceu 123% no ano contra ano no online. A companhia saiu de 7 milhões de SKUs no 4T20 para 24 milhões de SKUs no 1T21, com mais que o dobro de vendedores no seu Marketplace (3P). Vendas liquidas crescera 19% no ano contra ano, mas o SSS caiu 9%. Por outro lado, em termos de eficiência, ela conseguiu entregar 42% das ordens do 1T21 em 24horas e 65% em 48 horas, um ganho de eficiência considerável ao que era a companhia antigamente.

VVAR3 negocia a 0,5x EV/GMV 2021, 26x lucros 2021 e 0,64x Price to Sales 2021. Penso que se a companhia continuar com as melhorias, o GAP de valuation tem que fechar com os demais pares e o upside é considerável.

B3 (B3SA3)

A B3 continua sendo um monopólio. Apesar de muito ruído sobre uma nova bolsa ou que a XP estaria entrando com uma nova bolsa. Existem dois pontos que são fundamentais na B3 e que é difícil de se replicar (nem mesmo nos EUA conseguiram e até hoje quem predomina é NYSE e NASDAQ, duas bolsas mais que centenárias). Primeiro, liquidez.

Liquidez não aconteceria da noite para o dia, muitos institucionais já têm suas operações linkadas a B3 e não saíram tão fácil dela para outra bolsa que acabou de começar suas operações. Segundo e mais importante, clearing. A Clearing é outro componente importante para as bolsas e ditam até quantos ativos podem ser distribuídos. Nos EUA tem clearing que oferece menos ativos que aquela Bolsa tem, por questões de robustez do negócio e outras regras a mais.

Como a B3 já possui uma Clearing excelente, a próxima bolsa teria que correr atrás para fornecer todos os ativos (apesar de não serem muitos como nos EUA) que a B3 tem hoje. Logo, voltamos a um case que foi batido por motivos de sempre, medo de um novo player.

A B3 ser um monopólio não a torna mais eficiente, mas coloca ela no cerne de um negócio que é lucrativo e de margem alta (40% de ROIC esperado para 2022). A companhia deve continuar se beneficiando de IPO`s, de mais entrada de CPF`s na bolsa e demais visibilidade do mercado de capitais.

Apesar da alta de juro e de algumas empresas estarem abrindo capital no exterior, ela conseguiu entregar um resultado bom no 1T21 e negociando a 12,4x EV/EBITDA e 18x para 2022, bem mais atraente que outras bolsas internacionais.

ASSAÍ Atacado (ASAI3)

Assaí é uma varejista atacadista que pertence ao grupo Pão de Açúcar. A empresa foi a público via “spin off” e, desde então, tenho carregado a posição nela. Na última década, o setor de varejo de alimentos passou por uma transformação difícil devido à mudança dos hábitos dos consumidores, levando os consumidores a comprar marcas mais baratas e a visitar as lojas com menos frequência.

O papel anterior dos hipermercados como balcões únicos (abastecimento geral) foi substituído pelo atacarejo (modelo do ASSAÍ). Mais recentemente, a indústria também passou a desenvolver mais iniciativas de DTC (Direto ao Consumidor) para consumidores finais e B2B – exemplos: Parceiro BEES e Zé Delivery, da Ambev. Sendo que, 60% das vendas à vista costumavam ir para pequenas empresas (supermercados familiares e donos de restaurantes) e apenas 40% para consumidores finais.

Hoje, as famílias já fizeram pelo menos uma compra por ano em uma loja de atacarejo (vs. 47% em 2015). Na nossa humilde opinião, a Assaí tem espaço para crescer e já tem uma execução muito boa dos seus processos (levando em consideração uma rampa de crescimento de dois dígitos nos últimos anos e aumento de margem).

Além disso, conta com uma produtividade acima dos pares e exposição pura em Cash&Carry. Enxergamos a companhia negociando a 7,6x EV/EBITDA para 2022 e 13x lucros, o que consideramos atraente dado a toda expertise e execução entregue ao longo dos anos.

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Sobre o autor
Formado em Administração pela FAESA e MBA em Ações e Stockpicking pela Ibmec, com 5 anos de experiência no mercado financeiro. Sou entusiasta desse mercadão desde a adolescência e de música! Além de tocar guitarra nas horas vagas, curtir um videogame e o uma boa leitura. Fui ex-estrategista da Avenue Securities e atualmente, sou sócio e analista da VGR Asset.
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